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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Especialização lato sensu Gratuita em Gestão Ambiental no IFPR

Estão abertas, até o dia 08 de agosto de 2014, as inscrições para a especialização lato sensu em Gestão Ambiental Câmpus Paranaguá do Instituto Federal do Paraná.

O curso é destinado a estudantes graduados, profissionais atuantes ou com interesse em atuar na área de Gestão Ambiental nos setores público, privado com fins lucrativos e também privado sem fins lucrativos. O curso será totalmente gratuito e será realizado de forma presencial nas dependências do Câmpus Paranaguá. As aulas ocorrerão segundas e terças-feiras, no período noturno.
A documentação necessária para inscrição no processo seletivo é:
a) Requerimento de inscrição preenchido;
b) Cópia autenticada do CPF e RG (ou Registro Nacional de Estrangeiro – RNE);
c) Cópia autenticada do Título de Eleitor;
d) Cópia autenticada do Comprovante de Quitação com o Serviço Militar
(candidatos do sexo masculino maiores de 18 anos, exceto indígenas);
e) Cópia autenticada do diploma;
f) Currículo Lattes resumido ou currículo organizado de acordo com o Anexo III, item 2, do edital 04/2014;
g) Uma foto 3×4 recente.
O processo seletivo está previsto para ocorrer entre os dias 08 e 22 de agosto e o início das aulas para o dia 01 de setembro de 2014.
Para maiores informações sobre o processo seletivo, acesse o edital CLICANDO AQUI.
Maiores informações podem ser obtidas pessoalmente na secretaria acadêmica do Câmpus Paranaguá do Instituto Federal do Paraná, ou ainda pelo telefone 41 37218300.

SISTEMA EDUCACIONAL - 'Os alunos são do século 21 e o modelo é do século 19'

Para o criador da Escola da Ponte, escola tradicional é incompatível com o desenvolvimento humano


José Pacheco Educador e criador da Escola da Ponte, em Portugal  Fonte: Folha de Londrina


"Quais são os afluentes da margem esquerda do Rio Negro? Quais os nomes dos titulares das capitanias hereditárias? Qual a fórmula para calcular o volume da esfera?". 

Estas foram algumas das perguntas feitas pelo educador português José Pacheco, criador da Escola da Ponte, a uma plateia formada basicamente de professores na semana passada em Astorga (Região Metropolitana de Maringá). Ele esteve no município a convite da prefeitura e do Instituto Federal do Paraná para discutir as "Perspectivas de uma Escola Aberta em Astorga". A ausência de respostas para as perguntas - que como o pedagogo fez questão de frisar, estão relacionadas ao conteúdo da grade curricular do ensino fundamental - foi o argumento de Pacheco para corroborar sua tese de que o sistema de ensino tradicional, predominante no país, não ensina. Mais do que isso. Para o professor português, o modelo de escola a que estamos acostumados é incompatível com o desenvolvimento humano. 

José Pacheco sabe o que diz. Em 1970, depois de cursar engenharia e render-se à paixão pela educação, fez a si mesmo a pergunta que todo professor deveria fazer: "Por que, por mais que eu me esforce, por mais que dê minhas aulas tão bem dadas, há alunos que não aprendem?". Quando ele percebeu que o problema não estava nele, mas nas aulas, arregaçou as mangas e criou uma escola em que elas não existem. Quatro décadas depois, esta escola tornou-se referência de um modelo baseado na autonomia de alunos e educadores, que vem comprovando sua eficácia por meio de ótimos resultados em índices de desenvolvimento humano e desenvolvimento educacional. 

Na Escola da Ponte, instituição pública localizada a 30 quilômetros da cidade do Porto, o sistema não é baseado em seriação ou ciclos e os professores não são responsáveis por uma disciplina ou por uma turma específica. Os alunos definem suas áreas de interesse e desenvolvem projetos de pesquisa, tanto em grupo como individuais. Enquanto fazem o que gostam, absorvem conteúdos de física, matemática, língua portuguesa, história, geografia. Crianças e adolescentes aprendem o que tem que ser aprendido de forma prazerosa. 

Por que o senhor considera o sistema de ensino tradicional obsoleto? 

Basta ver o que está acontecendo. Já segui este modelo, e não tinha compreensão do que estava fazendo. Eu apenas reproduzia uma cultura. Será que somos tão cegos que não vemos que há 30 milhões de analfabetos - literais ou funcionais – no Brasil? Será que somos tão cegos que não vemos que as pessoas não sabem fazer raiz quadrada? A escola não ensina e o aluno não aprende. As carências de formação técnica no Brasil são terríveis, tanto que tem vindo gente do estrangeiro para tomar o lugar dos engenheiros brasileiros. Será que as pessoas não veem que este modelo não está funcionando? As escolas têm ótimos professores, mas os alunos estão desmotivados. São alunos do século 21 com professores do século 20 e modelo do século 19. 

É possível que uma escola pública de ensino tradicional adote o sistema da Escola da Ponte?

É perfeitamente possível. Claro que não há um modelo único, cada escola é uma escola, assim como cada cidade é uma cidade. Acompanho cerca de 130 instituições no Brasil, a maior parte municipal ou estadual. O que fazemos nada mais é do que cumprir o projeto da escola e a Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional. A escola que criamos é uma escola pública mais barata – cada aluno custa até 10 vezes menos – e ainda assim capaz de elevar o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). No município de Cotia o índice está em 4,2, enquanto no Projeto Âncora a nota do Ideb é 10 (o Âncora é uma Ong sediada em uma das comunidades mais pobres da cidade, que José Pacheco colabora diretamente desde 2011). 

O que o senhor acha do modelo de ensino integral adotado no Estado? 

O que existe no Paraná não é educação integral, é educação em tempo integral: metade do tempo é chatice, na outra metade são atividades como balé, capoeira, canto, música. Não é mau, mas penso que não se deve ter uma criança tanto tempo dentro da escola. A criança tem que viver outros espaços. A educação integral pode ser definida como aquela que não considera apenas as aprendizagens intelectuais, cognitivas. O ser humano também é emoção, é ética, estética, moral, físico, espiritual. 

Qual o papel da família na educação? 

A família deixou de educar. Hoje quem educa é a TV, as igrejas. E há uma incompatibilidade muito grande entre família e escola. Uma fica empurrando as responsabilidades para a outra. Todas as teses que leio dizem que a família tem que ser parceira da escola. É mentira – a escola e demais instituições é que têm que ser parceiras da família. É preciso restituir a capacidade de educar da família. Não pode haver delegação de poder à escola, ela não tem que fazer tudo. Escola tem que transmitir cultura e reproduzi-la. Ela é apenas um dos lugares onde se aprende. 

Na Escola da Ponte, como é feito o diálogo com as famílias? 

Nós criamos a figura do tutor, que é um professor que dialoga com as famílias a todo momento. Se o pai chega à escola às 10 da manhã, é neste horário que ele fala com o professor, porque na nossa escola não há horário, não há série, não há turma. Qualquer momento é um bom momento para falar com o pai ou com a mãe. Não há um dia, uma hora, que muitas vezes são marcados para quando os pais estão trabalhando. Não é assim, eles têm direito de participar. Há 40 anos os pais não iam à escola. Hoje são eles que dirigem a Escola da Ponte. O que nós fizemos foi criar ambientes de fraternidade e acolhimento, passamos a ir à casa deles. Esta deve ser uma relação de complementaridade, de respeito mútuo, que se pode criar a partir do pressuposto de que uma criança que não aprende na escola tem razões para não aprender. 

Por que o senhor está focando seus trabalhos hoje no Brasil? 

Porque é no Brasil que está surgindo a nova educação. Sei que está acontecendo aqui uma transformação educacional que nunca vi em outro país. 

A que o senhor atribui esta transformação? 

Em parte ao governo, à medida em que cria condições de mudança, mas também aos bons teóricos que temos no Brasil. Eles estão entre os melhores do mundo, e olha que conheço muito da produção teórica pelo mundo. Lauro de Oliveira Lima (já falecido) e Pedro Demo são alguns deles. Acabo de lançar um livro com 25 educadores brasileiros que o Brasil não conhece. Há também muitos bons professores, apesar da formação, que não é das melhores. Sinto que estão acontecendo mudanças no País, e eu gosto de jogar onde as coisas estão acontecendo. Se eu sinto que aquilo que participo tem boa fundamentação teórica e científica, que as crianças estão aprendendo mais, que estão mais felizes, só posso ficar para aprender e, dentro do que me for possível, ajudar. 

O modelo de formação de professores que existe hoje no Brasil é capaz de capacitá-los para atuar em escolas com sistemas de ensino inovadores? 

Acho que não, mas não generalizo, não posso dizer que toda formação existente no País está errada. Mas é preciso considerar que de um modo geral a formação que vem sendo feita não leva o professor a produzir mudanças. Apenas reproduz um modelo social do século 19. Penso que é preciso considerar três princípios na área da formação: o princípio do isomorfismo (o modo como o professor aprende é o modo como o professor ensina); o princípio de que quase nunca a teoria vem antes da prática – é a prática de ensino, com suas dificuldades, e a procura de soluções, que justificam a contribuição teórica; e por fim, o princípio de que o professor não tem que ser objeto de formação, mas sim sujeito da formação, no contexto de uma equipe, participando de um projeto. Isto não é considerado na formação tradicional. 

O senhor acredita que o Brasil terá uma mudança real na educação daqui a quanto tempo? 

Diria que uns 30 anos, no máximo até meados do século. Mas já está acontecendo, e é isso que conta. Um grande caminho começa com um primeiro passo, e eu acho que o Brasil está encaminhado. Claro que ainda virão muitas dificuldades, não é algo fácil, as relações humanas são sempre conflituosas. Sempre enfrentei muito preconceito e muitos problemas. As histórias dos projetos que acompanho são sobretudo histórias de sofrimento.


Como a educação brasileira começou a mudar

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Oficina do Projeto Autonomia, iniciativa da UnB, em Brasília. Lançada em 2012, procura investigar e refletir sobre práticas educacionais inovadoras

Em todo o país, coletivos e escolas enxergam atraso dos métodos educacionais vigentes e constroem alternativas. É hora de mapear e articular este movimento
Por Tathyana Gouvêa
Junho de 2013. Homens e mulheres das mais diversas idades, classes sociais e etnias nas ruas do Brasil. De Norte a Sul, de megalópoles a pequenas cidades do interior do país, as manifestações populares ganharam as ruas e a mídia brasileira. Dentre as diversas reivindicações estava a melhoria da educação. Para entendermos tal clamor das ruas é preciso compreender que o Brasil, por muitos séculos, teve um sistema educacional para poucos. Apenas com o Manifesto dos Pioneiros, de 1932, a educação laica, pública, gratuita, obrigatória e única entrou na pauta das políticas públicas.
Durante todo o século XX a luta foi para garantir a educação de todos (uma nação que na época já tinha mais de 100 milhões de pessoas). Ainda na década de 1970 as dificuldades eram grandes. Mesmo conseguindo que todos estivessem matriculados no 1º ano, a desistência e a reprovação eram altíssimas, resultando em apenas 40% de alunos matriculados no ano seguinte. O sistema foi se adequando para reter os alunos na escola: criaram-se os ciclos, a progressão automática, e outras tantas estratégias para consolidar a escola como a principal, única e oficial instituição de transmissão dos conhecimentos socialmente valorizados, demanda esta introduzida inclusive por órgãos internacionais. No final do século XX o país tinha garantido a entrada e permanência, chegando em 2006 com 98% das crianças de 7 a 14 anos na escola.
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Pactuação entre educadores e alunos, numa das iniciativas do Projeto Autonomia, da UnB
Mas essa marca foi alcançada com o crescimento do número de escolas e profissionais vinculados a elas sem valorizar a cultura local, a formação dos profissionais, as adequadas condições de trabalho, etc., resultando em um ensino massificado, baseado em apostilas e provas (internas e externas). É diante desse cenário que surgem as manifestações de 2013, cujo clamor era “melhorar a qualidade”, sem direcionar essa demanda para alguma solução, sem especificar o que a população entendia por qualidade. Se por um lado a demanda é genérica nas ruas, as diversas pessoas que já trabalham por uma melhor educação nos diversos cantos do país apareceram nesse momento como articuladores, esboçando possíveis respostas. Ainda que evidenciem ou não em suas falas e ações a correlação com as manifestações (até porque a grande maioria deles já desenvolvia seus projetos antes disso), o fato é que é possível perceber no país um novo discurso se formando em contraposição à escola convencional.

Os projetos que já existiam estão hoje mais fortes e atraindo maior interesse. Novos projetos estão sendo criados e algumas redes começam a se formar e ganhar força (como a Rede Nacional de Educação Democrática), culminando, por exemplo, em um novo manifesto, intitulado “III Manifesto pela Educação” (fazendo referência aos manifestos de 32 e 59, ambos seguidos e “abafados” por golpes de Estado). Diferentemente dos outros manifestos, este foi escrito por educadores e contesta a própria estrutura da escola. Suas proposições vão desde a comunidade de aprendizagem e o ensino integral em tempo integral até a permissão do ensino domiciliar. Este documento teve assinaturas coletadas por internet  e está aberto para contínuas contribuições e debate. Foi entregue em Novembro de 2013 ao Ministério da Educação durante a primeira Conane (Conferência Nacional de Alternativas para uma Nova Educação), realizada em novembro de 2013, em Brasília.
Conane foi um marco do movimento que vem ganhando força no Brasil por ter atraído diversas iniciativas de todo o território nacional, dando maior visibilidade a cada uma delas, fomentando também a troca de experiências e a criação de uma rede. O evento foi o resultado coletivo de uma série de iniciativas que vale a pena descrever, para exemplificar as redes que vêm se formando e como atuam. O professor José Pacheco, da Escola da Ponte em Portugal, mudou-se para o Brasil e passou a trabalhar junto a escolas e projetos brasileiros (em 2013 chegou a fazer cerca de trezentas viagens para visitar os mais de cem projetos que acompanha pelo país). Inspirado por ele, um grupo de educadores criou em 2008 a rede “Românticos Conspiradores”. Essa rede se mobiliza principalmente pela internet, trocando informações e conteúdo, mas também realiza encontros presenciais, visando à superação do paradigma educacional vigente. Em 2012 fizeram o 3º Encontro Nacional da Rede Romântico Conspiradores.
Por sua vez, o Coletivo Gaia Brasília, formado em 2012, ligado às práticas sustentáveis, e o Projeto Autonomia, criado em 2010 na Universidade de Brasília (UnB) para investigar e refletir sobre práticas educacionais inovadoras, começaram a se articular para fazer um evento em Brasília dando seguimento às atividades do Manifesto. Em 2013 ocorre ainda a chegada no Brasil de quatro europeus, motivados pelas notícias a respeito das manifestações, reunidos sob um projeto chamado “EduOnTour”. Este coletivo visava fazer um giro pelo país levantando diversas iniciativas, articulando e mobilizando a rede. Esses jovens reuniram todos esses interesses e propuseram o Conane. Além do evento, a iniciativa alimentou o mapa do Brasil no Reevo e terá ainda a produção de um documentário. A ideia de um levantamento de práticas também foi desenvolvida pelo coletivo Educ-Ação no livro “Volta ao Mundo em 13 escolas” e pelo “Caindo no Brasil”, que em breve terá um livro e um mapeamento lançados. Sobre mapeamentos é importante constar que a socióloga brasileira Helena Singer, em 1995, foi quem fez o estudo pioneiro no mundo levantando as práticas educacionais democráticas pelos 5 continentes. 
Além de inúmeros coletivos que estão sendo criados, fomentando um novo olhar para a educação, as Fundações têm tido um importante papel dentro do movimento. Elas viabilizam algumas iniciativas e organizam diversos encontros para se pensar o futuro da educação. De maneira geral, atuam diante de uma abordagem tecnológica, buscando atrelar empresas de software, especialmente startups, com empresas educacionais, na tentativa de trazer inovação para a área, passando, portanto, por um redesenho da organização escolar.
É possível perceber que o movimento de repensar o modelo escolar vigente ganha força no país também em função dos conteúdos que começam a ser veiculados na grande mídia. A rede Globo e o grupo Abril têm veiculado reportagens, documentários, entrevistas, etc. em que escolas não convencionais são apresentadas ao grande público. Com uma abrangência menor, porém com uma comunicação mais efetiva e profunda, está uma série de filmes que tratam sobre um novo olhar para a educação e a escola, como o documentário argentino de grande repercussão no Brasil “Educação Proibida” (2012), ou ainda “Sementes do nosso quintal” (2012) e “Quando Sinto que Já Sei”, que será lançado este ano. Esses e outros filmes que tratam dessa temática, com destaque à infância, foram apresentados na Ciranda de Filmes em 2014, estimulando o olhar de muitos paulistas a uma nova e possível   educação.

As práticas alternativas à escola convencional sempre existiram no país e no mundo, algumas sufocadas por movimentos ditatoriais, como os Colégios Vocacionais da década de 1960 em São Paulo, outras que desde que iniciaram suas atividades seguem se sustentando e se tornam cada vez mais estruturadas e de interesse para a sociedade, como as escolas Waldorf. A diferença que evidenciamos agora é a convergência dos discursos para a superação da escola convencional. Educadores, jornalistas, empresários e governo reconhecem, ainda que por razões diversas, o fracasso do sistema de ensino brasileiro e do modelo escolar vigente e partem, em certo grau juntos, para desenhar algo novo e que ainda é bastante incerto. O foco na criança, no respeito ao seu ritmo e aos seus interesses, em uma escola que dialogue mais com a comunidade, com conteúdos ligados diretamente à realidade das crianças e jovens, com um espaço flexível, aberto e dinâmico, parece ser uma tendência.
Mas em alguns importantes pontos essa discussão ainda não chegou, provavelmente por serem temas divergentes e não aglutinadores, em um movimento que ainda está se estruturando. Algumas dessas questões seriam: o papel do professor, o currículo, as formas de avaliação, a sustentação de projetos de caráter pessoal, o repasse de verba pública, a coexistência de modelos diante de uma rede pública estruturada, baseada em vestibular e avaliações externas, dentre outras. De qualquer maneira, é notável o avanço que o movimento teve em menos de um ano das manifestações no Brasil. Que os debates continuem e as possibilidades floresçam!
Este artigo é baseado na tese de doutorado que venho desenvolvendo desde 2012 e que será concluída em 2016 junto à Faculdade de Educação da USP. O objetivo deste estudo é analisar o movimento de renovação escolar que está acontecendo no Brasil. Se você tem comentários, criticas ou sugestões que possam contribuir com esta investigação, por favor, me escreva! (tathyana.gouvea@gmail.com)

Fonte:  Outras Palavras

sábado, 26 de julho de 2014

Material sobre a Evolução da Divisão Territorial do Brasil

O IBGE disponibilizou uma publicação para disseminação com informações sobre a evolução da divisão territorial do Brasil de 1872. É um riquíssimo documento com mapas exportáveis para edição em softwares como Corel Draw, por exemplo. 

Para acessar e fazer o download, clique no Mapa: 


Mais médicos, por favor. E mais rápido

Postado em 21 jul 2014



Dois enfermeiros, um com as mãos no bolso, observam o segurança Nelson França agonizar. Estão em frente ao hospital onde trabalham. O Hospital e Maternidade Santo Expedito, em Itaquera, atende apenas clientela particular e convênios.

Os enfermeiros não agem, não socorrem. Nelson França irá morrer poucos minutos depois. Dentro de uma viatura de resgate, a caminho de um hospital público, segundo relato dos bombeiros, ou ali mesmo no local segundo a testemunha Daniela Gomes que, além de gravar em vídeo a inoperância dos funcionários, diz ter ouvido um médico tirar a pulsação da vítima e afirmar que já se encontrava em óbito ali na calçada.

Talvez a disposição da dupla fosse a de prestar socorro, mas sua paralisia indica que algo além de sua alçada a impedia. Seria a direção do hospital? Um terceiro efermeiro, Leonardo B. Santos, se aproximou e ordenou que a dupla retornasse ao trabalho e abandonasse Nelson França ali.

A nota oficial diz:

A direção do Hospital Santo Expedito determinou abertura de sindicância para apuração do ocorrido e, caso seja apurada a responsabilidade de algum profisisonal, a diretoria do hospital não hesitará em punir com rigor os eventuais envolvidos, colocando-se à disposição das autoridades policiais e do respectivo Conselho de Enfermagem.

O Hospital Santo Expedito não corrobora de forma alguma com qualquer tipo de omissão de seus profissionais, visto que, em sua trajetória, nunca furtou-se em atender vítimas de acidente de trânsito, pessoas baleadas, pessoas em processo de infarto agudo do miocárdio e com acidente vascular cerebral (AVC), entre outras ocorrências, mesmo que deprovidas de convêncio de assistência médica.

A diretoria do Hospital Santo Expedito sempre priorizou o atendimento à comunidade local, composta na sua grande maioria por pessoas menos favorecidas. Nesse caso, em particular, o senhor Nelson França foi irresponsavelmente abandonado pelo condutor da lotação que, caso tivesse adentrado ao pronto-socorro, distante 150 metros do local, este fato não teria acontecido.

O Hospital Santo Expedito está totalmente à disposição para eventuais esclarecimentos.

Atenciosamente,
Direção Hospital Santo Expedito

O segurança Nelson em frente ao hospital em Itaquera
O segurança Nelson em frente ao hospital em Itaquera
A nota deixa claro que irá responsabilizar os enfermeiros e médicos envolvidos (um comportamento semelhante ao da polícia militar que condena os que são pegos em flagrante ao atuarem de acordo com as diretrizes implícitas) e também o motorista da lotação, a distância entre a porta do hospital e o despejo da vítima… Santo expedito? De expedito não tem nada. Nelson França agonizou no chão por uma hora.

Há pouco mais de um mês, o fotógrafo Luiz Claudio Marigo, 63, morreu de forma semelhante no Rio de Janeiro. Marigo passou mal dentro de um ônibus, foi levado ao Instituto Nacional de Cardiologia e, adivinhem, não foi socorrido.

O que faz profissionais da saúde comportarem-se dessa maneira? O programa Mais Médicos é, desde sua criação, alvo de críticas virulentas acerca de sua intenção eleitoreira, de sua composição política, sua forma de pagamento, disso, daquilo. Alguém já parou para pensar que a necessidade de “mais médicos” é também na acepção do termo e não apenas em número de profissionais?

O que falta, são profissionais imbuídos da motivação primeira dessa área: salvar vidas. Assistir seres humanos. Estejam onde estiverem. E com ou sem dinheiro no bolso.

No entanto, o que vemos são instituições e médicos mercenários. A profissão ganhou fama de rentabilidade sabe-se lá em que ponto da história e hoje vemos a mercantilização da saúde através das grandes empresas de convênios, bairros nobres pinhados de consultórios e clínicas particulares mas nenhuma disposição para atuação na periferia.

É por esses e outros motivos que a ampliação do programa do governo federal se faz necessária. Seja com cubanos ou tibetanos, precisamos de mais médicos e mais amor, por favor. E rápido.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

CONCURSO PÚBLICO PARA PROF. EFETIVO NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ. SALÁRIOS DE ATÉ R$ 9.109,00



Estão abertas, até o dia 02 de agosto, as inscrições para o Concurso Público Cargo de Professor da Universidade Estadual do Paraná, Edital n. 020/2014 -CPPS.

Mais informações, clique aqui. 


45 Sites com partituras para saxofones

Uma lista de 45 sites nacionais e internacionais com partituras para saxofone. Retirado e adaptado do site de http://www.clevermusic.com.br/


Uma boa diversão a todos:


PORTUGUÊS


http://www.4tons.com/ (Portal de Partituras para Quartetos)
http://www.showbiz.mus.br ( Partituras, cifras, downloads, etc.)
http://pessoal.portoweb.com.br/clavedesul/ ( Partituras da Música Brasileira)
http://www.solanomusic.com/ (Várias partituras nacionais e internacionais)
http://www.partiturasencore.com/(Partituras no format .enc )
http://paulinyi.com/biblioteca_port.html (Música vocal e instrumental brasileira, da américa-latina e internacional)
http://www.cefetsp.br/edu/eso/laerte/sugestoessitespartituras.html (Relação de sites c/ partituras)
http://www.cifraclub.com.br/partituras/ (Top partituras vários estilos)
http://www.luteranos.com.br/101/coral/partituras.htm partituras sacras e de Natal)
http://nocmoon.com/2009/02/sites-de-partituras/ (Lista de site com partituras)
https://sites.google.com/site/estudantesflautastransversal/Home/partituras-nivel-iniciante (Partituras p/ flauta)
http://www.partituras-adventistas.com/ (Partitura p/ corais, quartetos…)
http://www.blogandogospel.com/partituras-gospel-gratis-sax-violino-teclado-trompete-e-etc/ (links p/ partitura gospel)
http://www.trompista.com/pt/viewtopic.php?f=11&t=127 (site voltado para trompistas)
http://www.blogbrasil.com.br/partituras-de-musicas-gospel/ (Partituras de musicas gospel)
http://bandasinfonica.com/partituras.php (links p/ partituras de grupos musicais)
http://www.esquinadamusica.mus.br/modules.php?name=Downloads (flauta, piano, violino, clarineta, sax, violão, teclado)
http://www.musicaeadoracao.com.br/partituras/ (Partitura p/ oboé, quartetos…)
http://www.advir.com.br/musica/ (Site oficial da música sacra adventista. Contém artigos, notícias, partituras, links etc.)
http://www.pibrj.org.br/musica/ (Partituras infantis gospel )
http://www.marcelomelloweb.kinghost.net/mmlinks_partituras.html links de partitura e notação musical)
http://flautadoce.orgfree.com/partituras.html (várias partituras eruditas e populares para flauta doce)
http://www.sarazate.com.br/links/partituras-para-coral (Partituras p/ coral)

INTERNACIONAL


http://partiturasonline.webnode.com.br/partituras em geral)
http://www.anyscore.com/ (Piano e outros)
http://www.easysheetmusic.com/default.asp Piano)
http://www.findfreesheetmusic.com (Partes para vários instrumentos e estilos)
http://sheetmusic.awardspace.com/ (Partituras Clássicas e modernas)
http://www.gmajormusictheory.org/Freebies/freebies.html (Partituras tradicionais de vários países p/ piano)
http://www.gmajormusictheory.org/Freebies/Guitar/guitarindex.html (Partes tradicionais p/ guitarra)
http://www.1001sheets.com/ (Piano)
http://www.pianomother.com (Piano)
http://www.freesheetpianomusic.com/ (Partituras Eruditas)
http://www.capotastomusic.com/ (Partitura e tablaturas p/ vários instrumentos)
http://www.greatscores.com/pt/p/sheet/instrument/Trumpet (partituras p/ trompete)
http://imslp.org/ (projeto visando ser o maior site de partituras do mundo)
http://www.clarinetemania.com/html/index.html (partitura p/ clarinetes)
http://icking-music-archive.org/ByComposer.php ( Arquivos históricos, partituras de diferentes épocas)
http://www.cantabilis.org/partituras/natal/natal.html (patitura de coral p/ natal)
http://www.palpitedigital.com.br/wp/2007/06/09/3500-partituras-para-download-enc-mid/ (3500 Partituras e cifras para download (.enc .mid))
http://personales.ya.com/partituras-luis/partituras.html (partituras completas p/ banda de música)
http://partiturasviolino.wordpress.com/ (Partituras p/ violino)
http://nathanrangel.multiply.com/journal/item/2 (Partituras Prisma)
http://nathanrangel.multiply.com/journal/item/1 (Partitura piano)
http://www.charliespiano.com/ (Piano)

segunda-feira, 14 de julho de 2014

A influência do 7 a 1 na eleição? Nenhuma, Fonte: CartaCapital

Apesar do olhar preconceituoso e desatualizado das elites, o povo brasileiro em geral separa muito bem o que quer da seleção e o que quer do governo
por Pedro Serrano em CartaCapital


Pois é, teve Copa, e ela foi considerada por muitos da imprensa estrangeira a Copa das Copas, um dos melhores eventos do gênero nas ultimas décadas.
Problemas graves apareceram: a já rotineira truculência policial; gente sendo expulsa de seu local de moradia para construção de estádios; especulação imobiliária sem a devida compensação; supostos superfaturamento de obras, etc. Esperamos que nosso aparato judicial dê conta de resolver essas questões e os resíduos de obras por findar sejam logo concluídos.
Apesar de ter obtido um bom resultado no torneio, o melhor nas últimas copas, a seleção passou a imagem de ser um fiasco. Perder para a Alemanha tudo bem, mas de seis gols de diferença!!! E ainda em casa.
O que está em pauta agora, porém, é a influencia da derrota da seleção no resultado eleitoral. Certas publicações de mídia comercial procuram empurrar para Dilma a culpa pela derrota.
Não creio que lograrão êxito em sua tentativa. Nossas eleições presidenciais têm coincidido com as Copas do Mundo e não se registra influencia de uma na outra.
O derrotado no plano politico pela Copa foi o catastrofismo de setores de direita que, por um tempo relativamente longo, encontrou eco em parte da população bem intencionada.
Muita gente acreditou que tumultos, obras incompletas e insuficiência no transporte aéreo e nos aeroportos inviabilizariam o evento. O bordão “Como vai ser na Copa?” tornou-se comum ante qualquer pequena frustração cotidiana, do atraso de um voo à falta de mostarda na lanchonete.
Centenas de matérias e páginas de jornal foram dispendidas pondo em dúvida a viabilidade do evento de forma direta ou indireta, sem qualquer reflexão objetiva e racional. Um exemplo é o fato de que o número de visitantes que receberíamos seria inferior ao que circula pelo sistema aéreo nacional e por nosso território em feriados rotineiros nossos.
Mais uma vez em nossa história recente o noticiário abriu mão do bom jornalismo em favor da manipulação de afetos de seus leitores, tratando de indispô-los contra o governo não pelas razões pelas quais este talvez o merecesse, mas pela produção de uma fantasia coletiva que se demonstrou totalmente inexistente.
Esse clima fantasioso de catástrofe foi o grande derrotado politicamente pelo evento.
Acreditar que resultados positivos ou negativos de nossa seleção numa Copa do Mundo possam mudar um resultado eleitoral revela um preconceito desatualizado no olhar de nossa elite sobre o grau de informação e de qualidade do voto de nosso povo.
Apesar das deficiências de educação formal de nossa população, muito menores, diga-se, do que na década de 70 do Brasil ame-o ou deixe-o, diga-se, nosso povo é mais bem informado e menos manipulável do que supõe nossa elite, que não o conhece nem com ele convive.
As pessoas em geral separam muito bem o que querem da seleção e o que querem do governo.
A influência real dos 7 a 1 na eleição presidencial será a mesma  que seria caso nossa seleção fosse campeã: nenhuma.
Nossa população é mais consciente do que muitos pensam. Vota por seus interesses políticos e econômicos específicos. Votarão no candidato que representar para o País, em sua visão, mais desenvolvimento com mais distribuição e ampliação dos benefícios sociais.
Nosso povo quer do governante eleito emprego e mais renda, e não troca essa dimensão real de sua existência pela festa de uma vitória de sua seleção de futebol.
Futebol hoje é entretenimento, e não mais o pão e circo que já foi.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Primeira Circular do XVI Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada - 2015




O cursos de Geografia da Universidade Federal do Piauí e da Universidade Estadual do Piauí e o Programa de Pós-graduação em Geografia da UFPI - PPGGEO - solicitam a divulgação da primeira circular do XVI Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada, a realizar-se na cidade de Teresina - Piauí.

CONCURSO PÚBLICO PARA O CARGO DE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR UEMS SALÁRIO DE R$ 10.629,35

O Reitor da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, torna público, para conhecimento dos interessados, a abertura de inscrições para o Concurso Público de Provas e Títulos, destinado ao provimento de cargo de Professor de Ensino Superior do grupo Profissional da Educação Superior, do Quadro de Pessoal da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, conforme disposições deste Edital.


sábado, 5 de julho de 2014

Por que elite brasileira odeia a alta dos salários, por Por João Sicsú

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Cresce, na mídia, campanha para reduzir custos salariais, que afetariam competitividade do país. Argumento é falso e relaciona-se com apartheid social brasileiro
Por João Sicsú, na Revista Fórum
A partir de 2004/05, houve uma grande melhora a favor dos trabalhadores no perfil distributivo da renda. O Brasil mudou a sua estrutura econômica. Construiu um enorme mercado de consumo para as massas trabalhadoras. Mais de 40 milhões de trabalhadores se tornaram consumidores regulares.
Os principais responsáveis por essa mudança distributiva e pela ampliação da democracia econômica foram: o aumento do salário mínimo e a redução do desemprego. Nos últimos anos, o salário mínimo foi valorizado em mais de 70% em termos reais e o desemprego foi reduzido em mais de 50%.
A elite brasileira não suportou. Seu DNA é de direita e conservador. Inventaram dois argumentos, um para cada objetivo, mas ambos conectados na narrativa da oposição – seja aquela representada pela mídia das famílias (Globo, Veja, Folha de S. Paulo e Estadão), seja aquela representada pelo seu braço político, os partidos de oposição (o PSDB e o PSB/Rede).
Para combater a valorização do salário mínimo, argumentam que estaria alto demais e que o custo da folha salarial estaria retirando competitividade da economia, isto é, retiraria capacidade de investir das empresas. É uma visão interessada e ideológica, não tem base nas relações econômicas reais e nas experiências históricas.
Salários não representam apenas custo, representam principalmente demanda, capacidade de compra, que é o que estimula o investimento. Sem a pressão do consumo “batendo na porta” e a tensão da baixa de estoques, os empresários não investem. Em verdade, o que os empresários não suportam não é a ausência de possibilidades de investimento (que, aliás, existem). De fato, o que a elite não suporta é enfrentar engarrafamentos onde suas BMW’s ficam paradas por horas ao lado de milhares de carros populares… ao mesmo tempo, suas empregadas domésticas viajam no mesmo avião que viajam as senhoras esposas dos empresários.
Para combater a redução do desemprego, levantam a bandeira do combate à inflação, que estaria descontrolada. Argumentam que há muito consumo e que isso estaria estimulando reajustes de preços. Novamente, um argumento desconectado da vida real. A inflação de hoje está no mesmo patamar dos últimos dez anos. Aliás, ao final de 2013, o Brasil completou a marca de dez anos de inflação dentro das metas estabelecidas. Querem mais desemprego simplesmente para colocar os trabalhadores de joelho nas negociações salariais. Esta é a verdade – nada a ver com combate à inflação.
O investimento não tem crescido de forma satisfatória devido ao clima geral de pessimismo econômico criado pela mídia das famílias e por erros de política econômica cometidos pelo governo. Não tem nada a ver com o valor do salário mínimo. Aliás, existe financiamento abundante e com taxas de juros reais irrisórias no BNDES para a compra de máquinas, equipamentos e construção empresarial. E, para além disso, a inflação que é moderada está sob controle e tem sido resultado de pressões que vem basicamente de variações de preços dos alimentos – decorrentes de choques climáticos. Não há um excesso de compras generalizado, apesar da democratização do acesso a bens de consumo.
O que é cristalino é que as elites (empresarial, banqueira e midiática) não aceitam que a participação das rendas do trabalho tenha, nos últimos anos, aumentado tanto na composição do PIB, tal como mostra o gráfico abaixo. O gráfico é da tese de doutorado de João Hallak Neto, defendida recentemente no Instituto de Economia da UFRJ, intitulada A Distribuição Funcional da Renda e a Economia não Observada no Âmbito do Sistema de Contas Nacionais do Brasil.


renda trabalho PIB

A consequência direta é que a participação no PIB das rendas do capital tem diminuído. Contudo, devemos reconhecer que o nível de participação das rendas do trabalho ainda é baixo. Mas o que assusta a elite é a trajetória constituída a partir de 2004-05. Assusta sim porque a elite é conservadora e de direita. É de direita porque quer manter privilégios a partir da concentração da renda e da injustiça social. A elite também é mentirosa e perigosa porque inventa argumentos relacionados ao controle da inflação e à necessidade de estímulo ao crescimento/investimento que não estão conectados com o que dizem, mas sim com o que sentem: querem a manutenção do seu poderio econômico e financeiro às custas da concentração da renda.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

XV ENCONTRO DE GEÓGRAFOS DA AMÉRICA LATINA - HAVANA (CUBA)

Ajudando a divulgar....



E com prazer que anunciamos o XV Encontro de Geógrafos da America Latina que vai ser realizado
no Palácio das Convenções de Havana - Cuba.
Este encontro que foi iniciado por professores Brasileiros, tornou-se um importante marco para
discutir e intercambiar ideias e promover a profissão.


Estão abertas as inscrições e envios de trabalhos acadêmicos que irão compor a grade do Congresso.
veja mais informações sobre este importante Evento na pagina da internet

http://www.lionstours.com.br/geografia_2015_258.html


Temas principais do Congresso

• • Teoria, historia e metodologias em Geografia.
• • Educação geográfica .
• • Globalização, integração e dinâmicas territoriais.
• • Ordenamento territorial, politicas publicas e desenvolvimento sustentável.
• • Desenvolvimento local e territorial.
• • Geografia física,, recursos naturais, manejos de bacias, zonas costeiras e áreas protegidas.
• • Espaços rurais, agricultura e segurança alimentar.
• • Estrutura de dinâmica dos sistemas urbanos.
• • População, gênero e identidade.
• • Turismo e patrimônio.
• • Problemas ambientais, mudanças climáticas e gestão de riscos.
• • Cartografia e tecnologias de informação geográfica .


Atenciosamente
Lionstours Congressos Internacionais
Tel. 019 35837498

domingo, 29 de junho de 2014

10 melhores sites de universidades do mundo para você estudar de graça

Confira os 10 melhores sites de universidades do mundo que oferecem aulas grátis. Elas integram o ranking britânico Times Higher Education (2012/2013), um dos mais respeitados do gênero.
A maior parte do material está concentrada  no portal Coursera, que reúne mais de 200 disciplinas de 33 universidades dos EUA, da Europa, da Ásia e do Oriente Médio.
Nos links abaixo, você encontra aulas gratuitas de diversas disciplinas e assuntos. Basta um computador e internet banda larga para começar a estudar.
1. Califórnia Institute of Tecnology (Caltech) – Oferece 3 disciplinas, entre elas Princípios de Economia Para Cientistas – (https://www.coursera.org/caltech)
2. Universidade Stanford – Oferece 22 cursos em um em sua página na internet – (www.online.stanford.edu/courses)
3. Universidade de Oxford – Tem cerca de 2.000 arquivos, entre áudios e vídeos, disponíveis no app da Apple – (http://itunes.ox.ac.uk/)
4. Universidade Harvard – Um curso de Ciência da Computação e outro sobre pesquisa em medicina – (https://www.edx.org/HarvardX)
5. Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) – Oferece 3 cursos na área de exatas – (https://www.edx.org/MITx)
6. Universidade Princeton – Oferece nove disciplinas completas, incluindo Introdução à Sociologia – (https://www.coursera.org/princeton)
7. Universidade de Cambridge – Possui cerca de 50 palestras e seminários online, vários na área de direito. (http://www.cam.ac.uk/video/itunesu)
8. Imperial College – Oferece vídeos de sete carreiras, incluindo engeharia, matemática e administração – (http://www.imperial.ac.uk/itunesu)
9. Universidade da Califórnia em Berkeley – Oferece quatro cursos online. Três na área de computação e um sobre robótica – (www.edX.org/BerkeleyX)
10. Universidade de Chicago – Oferece vários cursos nas áreas de humana. Destaque para filosofia e ciencia política – (http://itunes.uchicago.edu/)

Fonte: https://catracalivre.com.br

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