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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Para os amigos que se interessam por Cuba

Um Blog destinado aos amantes de Cuba, sua cultura e conhecimento. Principalmente aos meus amigos geógrafos que por lá estarão no EGAL.

O Blog é o que segue: http://bibliotecadigitalcubana.blogspot.com.br/


domingo, 30 de novembro de 2014

As mega-obras da JK de saias. Que a Globo vai esconder

Retirado de: http://leonardoboff.wordpress.com/

Publicado em 30/11/2014  Conversa Fiada  do Amorim

Curta, amigo navegante, o que voce nao verá naquela telinha em decadência ! Os brasileiros/as têm o direito de serem informados.



Quais dessas obras você já conhecia?


1- PONTE RIO NEGRO, AMAZONAS

Ponte Rio Negro, no estado do Amazonas. Com 3,6 km de extensão, é a segunda maior ponte fluvial do mundo e a maior estaiada do Brasil. Conecta Manaus ao município de Iranduba e demorou três anos e 10 meses para ficar pronta. O concreto e o aço utilizados na obra seriam suficientes para construir três estádios do Maracanã.

2- FERROVIA NORTE-SUL, EM CINCO ESTADOS


O trecho de 682 km da Ferrovia Norte-Sul, situado entre as cidades de Ouro Verde (GO) e Estrela do Oeste (SP), está com 70% das obras concluídas. Em outro trajeto da obra, já finalizado entre Tocantins e Goiás, são 855 km de ferrovia já em operação.


3- FERROVIA TRANSNORDESTINA, CEARÁ, PERNAMBUCO E PIAUÍ


Integrada à Ferrovia Norte-Sul, liga o Porto de Pecém, no Ceará, ao Porto de Suape, em Pernambuco, além do cerrado do Piauí, no município de Eliseu Martins, num total de 1.728 km.


4- PONTE SOBRE O RIO MADEIRA


Obras na ponte sobre o rio Madeira, na divisa do Amazonas e Rondônia, na rodovia BR 319.


5- USINA EÓLICA ARIZONA, RIO GRANDE DO NORTE


Estado atinge 1.163,39 MW de potência instalada por meio de 42 parques eólicos em funcionamento e lidera o ranking eólico no Brasil.


6- BRT TRANSCARIOCA, RIO DE JANEIRO


A TransCarioca tem 39 km de extensão e 45 estações entre o Terminal Alvorada e o Aeroporto do Galeão. Atende 450 mil pessoas por dia.


7- METRÔ DE SALVADOR, BAHIA


Dilma inaugurou, em junho, o primeiro trecho da primeira linha do metrô de Salvador. Com 7,4 km de extensão e 5 estações. O projeto prevê 41 km e 22 estações terminadas até 2017.


8- AMPLIAÇÃO E REFORMA DE 13 AEROPORTOS


Em Salvador, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Natal, Belo Horizonte, Porto Alegre, Manaus, Fortaleza, Maceió, Cuiabá e Curitiba os aeroportos foram reformados e ampliados. A capacidade dos aeroportos triplicou e todas as pistas foram reformadas, estacionamentos ampliados e terminais ampliados e modernizados.


9- MEGA PORTO DA BAHIA, O TERCEIRO MAIOR DO BRASIL


Começam as obras do terceiro maior porto do Brasil, em Ilhéus, Bahia. O investimento será e R$ 2,2 bilhões neste que será um dos portos mais modernos do mundo.


10- PONTE ANITA GARIBALDI, SANTA CATARINA


A ponte Anita Garibaldi em Laguna (SC) será a primeira ponte estaiada em curva do mundo e a terceira maior ponte do Brasil, com 2.830 metros de extensão. A obra faz parte do PAC-2 e impressiona pela sua magnitude.


11- UM MILHÃO DE CISTERNAS


Em todo o semiárido, foram entregues 545,7 mil cisternas e 54,7 mil tecnologias de apoio à produção agrícola. O governo tem a meta de distribuir, até o final de 2014, 750 mil unidades para consumo familiar e 76 mil de apoio à produção. Com as 350 mil entregues por Lula, são mais de um milhão de cisternas ajudando a combater a seca.


12- SUPERPORTO DO AÇU, RIO DE JANEIRO


O Superporto do Açu está localizado no município de São João da Barra, norte do Estado do Rio de Janeiro, mais especificamente no distrito de Açu. Sua localização é estratégica para a indústria do petróleo, por ser próximo às bacias de Campos e do Espírito Santo, podendo ser utilizado de base também a operação da Bacia de Santos.


13- PERÍMETRO IRRIGADO DE NILO COELHO, PERNAMBUCO


O perímetro irrigado de Nilo Coelho, localizado na cidade de Petrolina, no semiárido pernambucano, é o maior do Brasil em produção. Em 2013, o valor bruto de produção foi superior a R$ 700 milhões, com destaque para a fruticultura. Com área irrigável de 18.563 hectares, Nilo Coelho beneficia cerca de 2.200 famílias. O perímetro também prevê a geração de 20 mil empregos diretos e 30 mil indiretos.

14- 2,75 MILHÕES DE MORADIAS ENTREGUES PELO MINHA CASA MINHA VIDA

Lula entregou 1 milhão de moradias na primeira etapa do programa Minha Casa Minha Vida. Na segunda etapa, Dilma já entregou 2,75 milhões de casas e o projeto da terceira etapa prevê mais 3 milhões a partir de 2015. Na foto o Residencial Viver Melhor, em Manaus.



15- 23 UNIVERSIDADES E 152 CAMPI CRIADOS

Na foto, a Universidade Federal do ABC, criada por Lula e ampliada por Dilma, considerada a melhor do Brasil.



16- USINA HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE, PARÁ

Terceira maior hidrelétrica do mundo, a Usina de Belo Monte terá capacidade energética para atender a 60 milhões de pessoas.


17- USINA HIDRELÉTRICA DE ESTREITO, MARANHÃO


Com capacidade de geração energética de 1.077 MW, a usina de Estreito foi inaugurada em maior por Dilma Roussef.

Além dessas obras mais 22 usinas eólicas e 3 hidrelétricas foram construídas. Ainda há em andamento as obras de dez hidrelétricas (que agregarão mais 18.340 MW ao sistema), 14 termelétricas (3.871 MW), 95 eólicas (2.472 MW) e seis pequenas centrais elétricas (118 MW).


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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

“O capital está indo muito bem. Mas povo está mal, e por isso levanta a voz”, diz David Harvey, em Curitiba [Por Brasil de Fato]


“Temos que inventar novas maneiras das pessoas irem bem sem depender do capital. A habitação é um direito, educação é um direito, e devia ser aberta para todos”, apontou 
20/11/2014


Por Ednubia Ghisi e Franciele Petry Schramm
De Curitiba (PR)

A presença do geógrafo marxista David Harvey lotou o Teatro da Reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR) na noite da última terça-feira (18). Com o auxílio de aparelhos de tradução de áudio, o geógrafo britânico falou para mais de 700 pessoas sobre a Economia Política da Urbanização. Houve também a transmissão simultânea da palestra, acompanhada por internautas de vários estados brasileiros. O professor está no Brasil para lançar sua nova obra: Para entender o Capital: Livros II e III, que chegará às livrarias junto com o segundo volume de O Capital.

Conhecido pelas suas análises das dinâmicas do capital nas cidades, Harvey falou sobre a forma com a construção do capital nas cidades interfere no âmbito econômico e na insatisfação social. O pensador marxista destacou que as manifestações ocorridas em todo o Brasil, em junho de 2013, refletem isso. Os protestos, que começaram por razões isoladas, rapidamente se espalharam pelo país, e envolveram diferentes camadas da população.

Algo semelhante aconteceu na Turquia, no mesmo ano. Ambos os países estavam em crescimento econômico. Para Harvey, a resposta para a razão das manifestações terem sido realizadas em períodos de prosperidade é relativamente simples. “A renovação do crescimento econômico se dava em nível global, mas o crescimento não era do bem-estar social”. Segundo o geógrafo, os protestos são resultados de mais de uma década de insatisfação social.

A concentração de renda mundial é um dos sintomas dos limites do capitalismo. Harvey aponta que duas mil famílias do mundo possuem metade da riqueza gerada. “A classe capitalista não está interessada em mudar nada”. Desde 2007 e 2008 o grupo que melhor se recuperou da crise financeira é o 1% mais rico, e as empresas capitalistas que operam com altas taxas de juros. “O capital está indo muito bem. Mas povo está mal, e por isso levanta a voz”.

Direito à moradia X especulação imobiliária

Como exemplo dos problemas urbanos no capitalismo, o professor fala a questão da moradia, da construção de condomínios de alto nível, que geram empregos, mas potencializam a especulação imobiliária: “Muitas pessoas estão achando impossível arcar com os custos de viver na cidade onde moram. Nos Estados Unidos, por exemplo, a população de baixa renda gasta 80% da sua renda em aluguel. Em Istambul [na Turquia] é impossível para pessoas normais encontrar um lugar para morar”, dispara o geógrafo, afirmando que as pessoas estão preocupadas com lugar para morar, enquanto o estado está preocupado em incentivar a construção de condomínios. “Por isso ateiam fogo nas favelas, e mandam o pessoal longe 30km, na periferia. Mas esse fenômeno não e só em Istambul. É em São Paulo, é global”, em referência a casos recorrentes de incêndios em favelas no Brasil.

Megaprojetos e megaeventos

Para Harvey, sempre houve acúmulo de riquezas e concentração de poder econômico na construção das cidades. “A ideia de urbanização é planetária. Estamos urbanizando o planeta a uma velocidade absurdamente alta”, provocando a plateia a lembrar de Curitiba nos anos 1970, e depois imaginar o que será daqui a algumas décadas, diante da velocidade do crescimento.

Os megaprojetos e megaeventos estão na ponta dos processos de crescimento e mercantilização das cidades, em detrimento das necessidades da população. Esta situação pode ser vista no Brasil, em decorrência da Copa do Mundo de 2014: “O capital adora megaprojetos, megaestádios. Adora construir coisas para espetáculo, porque tem movimento instantâneo. Espetáculos são cada vez mais elaborados. Interessante que toda cidade onde ocorrem jogos olímpicos quebram”, aponta Harvey.

Diante do quadro crônico de desigualdade e do acirramento da exploração, Harvey concluiu a necessidade de lutar contra a maneira como o capital é construído nas cidades. “Se você está num sistema em que tudo está indo mal o tempo todo, temos que ver a teoria de Marx. Tirar o capital do caminho. O capital é um problema. E temos que inventar novas maneiras das pessoas irem bem sem depender do capital. A habitação é um direito, educação é um direito, e devia ser aberta para todos”. E assume um lado: “É por isso que sou anticapitalista”.

Importância da discussão

Na apresentação de Harvey, Luana Coelho Xavier, advogada popular da Terra de Direitos e integrante do Mobiliza Curitiba, reforçou a importância de receber esta aula e este debate sobre o direito à cidade, já que Curitiba vive o processo de revisão do Plano Diretor, com pouco incentivo à participação popular.

“Será que o direito à cidade que a gente pensa é o direito a esta cidade? Ou precisamos lutar pelo direito à cidade que queremos?”, fazendo relação ao modelo de cidade que ganha força atualmente no capitalismo, com forte especulação imobiliária, expulsão dos mais pobres para a periferia e realização de megaprojetos e megaeventos que prejudicam a população.

Durante a mesa de abertura do evento, o coordenador da Terra de Direitos, Darci Frigo, destacou que a palestra realizada foi uma “oportunidade impar de enfrentarmos os problemas que a cidade vive, dando ênfase ao processo de revisão do Plano Diretor”. Frigo também apontou a visão positiva construída sobre Curitiba, que, na verdade, é marcada pela desigualdade.

Hilma de Lourdes, também presente na mesa pela União Nacional de Luta por Moradia, e representando a Frente Mobiliza Curitiba, destacou que “a luta hoje não é apenas pela cidade, mas ao Centro da cidade”.

O evento foi realizado pela Terra de Direitos, Programa de Pós-graduação em Direito da UFPR, Pró-polis (Núcleo de estudos de Direito Administrativo, Urbanístico, Ambiental e Desenvolvimento), e teve o apoio da Frente Mobiliza Curitiba.

Vera Karan, representando a reitoria da UFPR e professora do curso de Direito da universidade, Angela Cassia Costaldello, da pós-graduação em direito da UFPR, e Artur Renzo, Boitempo, também participaram da mesa de abertura.

Fonte da Matéria: Brasil de Fato

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Apresentação Musical VII Simpgeo - UEM/Maringá


Apresentação no SIMPGEO - UEM 2014


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Inscrições para estudar no IFPR encerram dia 23 de Outubro. Já fez a sua???



Você conhece o Instituto Federal do Paraná? Sabia que em Londrina, sua cidade, o IFPR abriu processo seletivo (vestibular) para ingresso de estudantes em diversos cursos, ofertados de forma GRATUITA, de qualidade e com ótimas perspectivas para o Mundo do Trabalho?


Nossas qualidades? 10 Motivos...

1] Cursos TOTALMENTE gratuitos;

2] Professores Mestres e Doutores;

3] Instituição Pública Federal; 

4] Curso Superior com nota 4 do MEC (Excelência);

5] Possibilidades de Bolsas - Você recebe para fazer projetos e pesquisas;

6] Ciência sem Fronteiras (Enviamos estudantes para o Exterior) e participação em eventos ainda no Ensino Médio;

7] Possibilidade de Continuidade dos estudos;

8] Os Cursos de Ensino Médio Integrado possibilitam  2 Diplomas (Nível Médio e Técnico);

9] Possibilidades de Estágios durante os cursos;

10] Nossos Egressos estão bem colocados no Mundo do Trabalho (Aprovação em Concursos Públicos e Iniciativa Privada). 


Curta a página do IFPR Londrina no Facebook


Vejam a matéria do Câmpus Londrina e os caminhos para acessar os editais:



Câmpus Londrina disponibiliza 302 novas vagas para cursos Técnicos e Superiores


O Instituto Federal do Paraná está com as inscrições abertas para o Processo Seletivo 2015, que selecionará novos alunos para os Cursos Técnicos de Nível Médio e para Cursos Superiores. O edital foi publicado dia 29 de setembro, no Diário Oficial da União. As inscrições custam R$ 35 e devem ser realizadas pela internet, na página virtual da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Estadual de Londrina – Fauel – até o dia 23 de outubro, mediante o preenchimento do Formulário de Inscrição, da escolha da língua estrangeira e do Questionário Socioeconômico.
Para o Câmpus Londrina são ofertadas ao todo 302 vagas para os seguintes cursos:
Cursos Técnicos integrados ao Ensino médio:
Biotecnologia: 40 vagas; duração de 4 anos; período matutino.
Informática: 40 vagas; duração de 4 anos; período vespertino.

Cursos Técnicos Subsequentes:
Enfermagem: 30 vagas, duração de 2 anos, período matutino.
Massoterapia: 40 vagas, duração de 2 anos, período matutino.
Prótese Dentária: 40 vagas, duração de 2 anos, período noturno.
Saúde bucal: 40 vagas, com duração de 2 anos, no período noturno.

Cursos Superiores:
Licenciatura em Ciências Biológicas: 36 vagas, duração de 4 anos, período noturno.
Análise e Desenvolvimento de Sistemas: 36 vagas, duração de 4 anos, período matutino.

Para se inscrever nos Cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio é necessário ter o Ensino fundamental II (6º ao 9º ano) completo até 2015. Destes cursos, o aluno sai com o diploma do Ensino Médio e o de Técnico em Informática ou Biotecnologia em quatro anos, diferente do Ensino Médio normal, terminado em três anos. Já para os cursos Técnicos subsequentes e Superiores faz-se necessário ter Ensino Médio completo.
Para cada curso, 80% das vagas são dedicadas a algum tipo de cota de inclusão social. As provas do processo Seletivo serão realizadas no dia 14 de dezembro de 2014, das 14hrs às 18hrs, no Câmpus Londrina.
Para mais informações, acesse os Editais nº 05/2014 e nº 06/2014 que regem o Processo Seletivo 2015 e estão disponíveis para consulta no endereço eletrônico http://200.17.98.44/naps/processo-seletivo-2015 ou ligue para o Câmpus Londrina, no telefone (43) 3878-6100.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

IFPR Abre Inscrições do Processo Seletivo para Preenchimento de Vagas nos Cursos Técnicos e Superiores

O Instituto Federal do Paraná Abre, a partir de 30/09/2014,  Inscrições do Processo Seletivo para Preenchimento de Vagas nos Cursos Técnicos e Superiores em todo o estado do Paraná. Os editais encontram-se publicados na página da FAUEL (http://www.fauel.org.br/concursos) e serão disponibilizados amanhã no site do IFPR (www.ifpr.edu.br). 




Editais:

EDITAL IFPR Nº. 05/2014
O Reitor Substituto do INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ – IFPR, no uso da competência que lhe confere a Portaria nº. 116 de 06/02/2014, publicada no Diário Oficial da União no dia 07/02/2014, seção 2, página 22, torna públicas as normas que regem o Processo Seletivo IFPR 2015 para ingresso nos Cursos Técnicos de Nível Médio, por meio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Estadual de Londrina (FAUEL), na modalidade presencial, ofertados para o ano de 2015, considerando a Política de Inclusão da Pró-Reitoria de Ensino do IFPR, para o ingresso de estudantes nos cursos. As inscrições encontram-se abertas de 30 de setembro a 23 de outubro de 2014. Mais Informações no Edital 05/2014


EDITAL IFPR Nº. 06/2014 
O Reitor Substituto do INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ – IFPR, no uso da competência que lhe confere a Portaria nº. 116 de 06/02/2014, publicada no Diário Oficial da União no dia 07/02/2014, seção 2, página 22, torna públicas as normas que regem o Processo Seletivo IFPR 2015 para ingresso nos Cursos Superiores, por meio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Estadual de Londrina (FAUEL), na modalidade presencial, ofertados para o ano de 2015, considerando a Política de Inclusão da Pró-Reitoria de Ensino do IFPR, para o ingresso de estudantes nos cursos. As inscrições encontram-se abertas de 30 de setembro a 23 de outubro de 2014. Mais Informações no Edital 06/2014



segunda-feira, 22 de setembro de 2014

IFPR abre inscrições para a maior seleção de servidores da história

O IFPR abriu, nesta segunda-feira (22), as inscrições para os concursos públicos que preencherão 362 vagas para professores do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico e para Técnicos-Administrativos. Esta seleção será a maior da história do Instituto. Serão 234 vagas para professores do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico e 128 vagas de Técnicos Administrativos em Educação (TAE). As provas serão realizadas no dia 2 de novembro. As inscrições podem ser feitas até o dia 13 de outubro.
Mais informações
Para mais informações, visite o site da Reitoria ou a Publicação no D.O.U. 

sábado, 13 de setembro de 2014

Divulgação da nossa Mostra de Cursos IFPR Londrina

Instituto Federal do Paraná inicia mostra de inovação tecnológica:




As inscrições do processo seletivo abrem ainda este mês de setembro:



sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Entrevista: É preciso revolucionar as cidades (André Deak a David Harvey) - Le Monde Diplomatique

E não tem problema se as revoluções forem pequenas. O geógrafo David Harvey, principal teórico do direito à cidade, mostra que estudar Marx ainda faz sentido e provoca as “vizinhanças” a se transformarem no centro dos movimentos políticos, que devem evitar o “fetiche da horizontalidade”
por André Deak, Lucas Pretti



Desde A urbanização do capital, de 1985, até o brilhante Rebel cities (Penguin, 2012, sem tradução no Brasil), passando por dezenas de livros sobre marxismo, David Harvey encara as grandes cidades como o amálgama social que produz e produzirá o novo. Não há nada mais fervilhante, diz ele, do que as “zonas de aculturação”, bairros em que o abandono do Estado se mistura a populações imigrantes, artistas e jovens profissionais liberais. Alguma semelhança com o movimento cultural que ocupou as ruas do Baixo Centro de São Paulo em abril com atividades culturais gratuitas e autogestionadas?
Geógrafo de 77 anos, professor emérito da City University of New York (Cuny), ele esteve no Brasil para o debate de lançamento de seu novo livro, Para entender O capital (Boitempo, 2013), em que disseca a obra-prima de Marx e se propõe a criar um “guia de leitura” para quem pretende mergulhar pela primeira vez naquele oceano. Na verdade, ele é mais apaixonado do que isso. “Todas as pessoas precisam ler um livro chamado O capital.”

DIPLOMATIQUE– O Brasil vem se preparando para realizar a Copa e a Olimpíada. E a preparação para esses eventos tem provocado remoções de pessoas e injustiças econômicas, entre vários outros absurdos. O que devemos fazer?
DAVID HARVEY – As pessoas deveriam estar atentas desde o primeiro momento quando alguém diz: “Teremos Jogos Olímpicos aqui”. Em geral, interesses comerciais e financeiros do Estado o farão remover pessoas e trabalhar na “revitalização” de locais. Eu acho que, antes mesmo de um anúncio como esse ocorrer, as pessoas deveriam estar preparadas para dizer: “Não quero que isso aconteça no meu país”. Um exemplo interessante foi a tentativa de levar os Jogos Olímpicos a Nova York. A população não concordou. Quando toda a propaganda em torno do grande evento começou, os nova-iorquinos já estavam preparados para dizer: “Não queremos”.
DIPLOMATIQUE– Não sei se isso é possível entre os brasileiros hoje. A maioria está empolgada. A propaganda oficial é muito grande, todos amam futebol e as pessoas sentem que querem a Copa, querem a Olimpíada.
HARVEY – Sim, isso é difícil. A vantagem de Nova York é que há o encontro das Nações Unidas. Todos os anos, por uma semana em outubro, todo o lado leste da cidade é completamente fechado. Você não pode se movimentar, e todos ficam de saco cheio. Aí, quando alguém fala em Jogos Olímpicos, as pessoas já rechaçam.
Quando a cidade-sede da Copa ou da Olimpíada já está escolhida, deve-se trabalhar muito para minimizar as consequências ruins. Mas é quase impossível, não dá para pensar em algo revolucionário.
A maioria das cidades que já receberam Copa ou Olimpíada perdeu muito dinheiro. Se você analisar as condições financeiras da Grécia hoje, boa parte dos problemas remonta aos Jogos Olímpicos, quando gastaram uma quantia enorme de dinheiro para construir coisas completamente inúteis. Houve apenas um projeto muito útil, a construção de um novo sistema de metrô, cujos benefícios são permanentes. O que se vê normalmente é violência de Estado, sem qualquer compensação. Vocês devem lutar por benefícios definitivos, mas sabendo que é impossível parar os Jogos.
DIPLOMATIQUE– O Brasil agora está sob holofotes em todo o mundo. E você já esteve na maioria dos países da América Latina. Há novos modelos de organização ocorrendo nesta parte do mundo?
HARVEY – Uma coisa consistente que já existe por toda a América do Sul é um tipo de rejeição às políticas neoliberais em suas formas puras. Isso não quer dizer que todos sejam anticapitalistas, mas há um antagonismo contra as estruturas da globalização: Banco Mundial, FMI e as políticas austeras que estão dominando a Europa.
Há também uma série de experimentações políticas ocorrendo, mas que tipo de políticas econômicas vai funcionar? Há diferenças entre o que Chávez fez na Venezuela, Morales na Bolívia, Correa no Equador, mas em geral a América Latina é hoje um lugar onde os movimentos sociais são ativos e muitas pessoas da esquerda sabem que esta é uma parte muito interessante do mundo hoje. Estou certo de que, já que não há como romper com o capitalismo, há um novo tipo de capitalismo que vem sendo construído.
Em O capital, Marx mostra isso claramente. Quando qualquer pessoa chega e diz: “A solução para a pobreza é mais desenvolvimento capitalista”, você deve dizer imediatamente: “Não! O capitalismo cria essa pobreza”. Acontece o mesmo com o meio ambiente. Quando alguém diz que o capitalismo pode ser sustentável para o planeta, Marx faz um bom trabalho ao mostrar a tendência eterna de o capitalismo destruir a principal fonte de recursos: a terra. Marx admirava de diversas formas as consequências positivas do desenvolvimento capitalista, mas dizia que precisamos ter controle e criar uma alternativa ao “lado negro”.
DIPLOMATIQUE− Vê-se cada vez mais no mundo, e em São Paulo também, a proliferação de hubs que pretendem ser lugares de liberdade e criatividade em vez do controle de horas. Isso é uma alternativa ao capitalismo tradicional?
HARVEY – A mudança tecnológica está criando um sentimento de redundância. O que devemos fazer em um mundo em que os trabalhadores são redundantes? Temos taxas de desemprego em crescimento em todo o mundo, e o tipo de emprego que ainda existe não está satisfazendo o trabalhador criativo. Portanto, vemos pessoas por toda parte tentando ter um estilo de vida diferente, criando sistemas alternativos de produção, economias solidárias e outras coisas do tipo. Porque, afinal, é a vida deles que está em jogo.
DIPLOMATIQUE– Cooperação em vez de competição...
HARVEY – Sim. Há diversos grupos espalhados pelo mundo tentando fazer algo, de formas bem diferentes, mas usualmente em escalas pequenas. Essas pequenas iniciativas devem ser reprodutíveis para se transformar em um movimento de massa ou precisam permanecer pequenas? É uma das grandes questões sem resposta.
DIPLOMATIQUE– Essa reorganização do espaço de trabalho pode ser considerada anticapitalista de alguma forma?
HARVEY – Pode ser parte de uma tentativa anticapitalista. Mas veja o que acontece, por exemplo, nas fábricas recuperadas na Argentina. Elas existem como ilhas dentro de um oceano capitalista, mas no fim se transformam em um centro de autoexploração por causa das pressões comerciais, financeiras etc.
Por um lado se diz que a passagem para o socialismo necessita de autogestão e trabalhadores associados no controle da produção, mas isso não sobrevive sem uma reconfiguração radical dos papéis do dinheiro, do sistema financeiro, dos mercados. Se esses elementos não mudarem, você ainda estará na prisão do capitalismo. Por outro lado, tomar a fábrica é um primeiro passo – e isso é bom. Então vem a questão: quais são o segundo, o terceiro, o quarto passos desse movimento?
DIPLOMATIQUE– Para além dos trabalhadores criativos, existe uma massa imensa de trabalhadores tradicionais, e ainda há os sindicatos, que não conseguem dialogar com os trabalhadores e não têm a importância que já tiveram. Como os trabalhadores devem se organizar nestes novos tempos?
HARVEY – Não acho que os sindicatos de trabalhadores estejam completamente mortos. Há partes do mundo em que eles ainda são significantes e muito fortes. A dificuldade dos sindicatos sempre foi conseguir benefícios para seus membros e, em sua maioria, nunca se viram como movimentos trabalhistas de vanguarda. Alguns partidos políticos fetichizaram o trabalhador da fábrica como a pessoa que iria liderar a revolução – e sempre achei que havia algo errado nessa formulação. É por isso que, no Rebel cities, eu digo que é preciso redefinir o proletariado de hoje para incluir todas as pessoas que produzem e reproduzem a vida urbana – e que, portanto, revolucionar a cidade é tão importante quanto revolucionar o local de trabalho.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Prefeitura de Maringá (PR) abre concurso para 209 vagas

Inscrições começam na quarta-feira (3) e seguem até o dia 25 de setembro. 

Salários oferecidos variam entre R$ 942,96 e R$ 3.998,19.


A Prefeitura de Maringá, no  abre na quarta-feira (3) as inscrições do concurso público para 209 vagas em cargos de nível médio e superior. Os salários vão de R$ 942,96 a R$ 3.998,19. No site da organizadora, é possível ver o edital.
Os cargos de nível superior são para professor, professor de educação física, professor com conhecimento em libras, médico clínico geral e nutrição.  As vagas de nível médio são para auxiliar educacional.
As inscrições podem ser feitas até o dia 25 de setembro pelo site da organizadora do concurso. A taxa varia de R$ 28,25 a R$ 119,90.
Os candidatos também podem se inscrever presencialmente na Agência do Trabalhador de Maringá, na Rua Joubert de Carvalho, nº 675, Centro, até o dia 25 de setembro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e 13h às 17h. 
As provas estão previstas para o dia 26 de outubro de 2014. Ainda haverá avaliação de títulos. O concurso terá um ano de validade e poderá ser prorrogado pelo mesmo período.
Fonte: G1

sábado, 30 de agosto de 2014

OBR ETAPA ESTADUAL REALIZADA EM LONDRINA É TRANSMITIDA AO VIVO HOJE

Está acontecendo, no Ginásio de Esportes do Colégio Vicente Rijo, a Olimpíada Brasileira de Robótica Etapa Estadual. A OBR é organizada pelo IFPR Câmpus Londrina. Para acompanhar as atividades, clique no link:


Broadcast live streaming video on Ustream

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

DIVULGAÇÃO OLIMPÍADA DE ROBÓTICA ETAPA ESTADUAL

Nos dias 29 e 30 de Agosto o Campus Londrina do Instituo Federal do Paraná sediará, como organizador, a Olimpíada Brasileira de Robótica – Etapa Estadual – no colégio Vicente Rijo, em Londrina. Trata-se de uma etapa classificatória para a etapa nacional, em São Paulo. Neste evento, estudantes do ensino fundamental e médio de todo o Paraná irão participar de uma competição saudável, aprimorando seus conhecimentos em robótica e relacionando-se com outros alunos de todo o estado. Esta olimpíada faz uso dos kits de robótica da Lego e a modalidade de competição é a de busca e resgate.
Estamos estendendo o convite para que outras instituições, empresas e indústrias prestigiem este grande evento, que contará com 43 equipes de todo o Paraná, sendo cada equipe composta por 3 ou 4 estudantes e mais um treinador.


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Ser Nordestino é ser Brasileiro?




Raqueline da S. Santos 18/08/2014. Blumenau - SC, 10:29
Compartilhado por Liriane Barbosa...

Tem sido difícil acreditar que sou distinta da nacionalidade brasileira, por ser Nordestina.
Estou sendo sarcástica mesmo. O discurso segregante que permeia nosso país, ao nos identificar como a(o) NORDESTINA(O),  quando estamos em territórios distintos do nosso, me faz perceber quão preconceituoso é o povo brasileiro e quantas mentes atrasadas ainda temos nesse país.
É duro lidar com o novo, mas duro mesmo é lidar com o ar de superioridade que há nos seres humanos. Duro é acreditar que ainda existe nesse país pessoas as quais não compreendem as diferenças regionais e que fazem sua leitura de mundo a partir da mídia e acreditam que sabem tudo, ou que podem tudo. Hoje meu desabafo é de reflexão.
Pensar nas Regionalização do meu país é compreender os diversos territórios e povos que o constroem. É perceber que a riqueza desse país está nas cinco regiões que o constitui. Melhor ainda, é saber que cada região também tem suas próprias diferenças. Devo acreditar, mesmo que bem pouco, na mudança da valorização do Nordeste e do Nordestino em outras regiões deste país. Incrível como ainda há, de forma tão intensa, um preconceito cultural com o Nordeste. Região está que é "linda para passear, mais não serve para morar". A ideia dos tempos de migração ainda é muito forte. Muitos acreditam que os nordestinos ainda migram porque no Nordeste não tem oportunidade e isso gera uma aversão ao nosso povo. Para ficar claro, hoje o Nordeste  está investindo em sua modernização e ampliação. Já temos um avanço significativo no âmbito da educação e da economia. Segundo estudos de (Janguiê Diniz) se o "nordeste fosse uma economia independente ocuparíamos o 39° lugar no ranking mundial. Motivo de orgulho para nós que sempre acreditamos na potencialidade da região e de nosso povo. São dados que confirmam a decolagem do nordeste motivada pelos investimentos públicos e privados. Pois, fica evidente que o Nordeste tem um potencial de desenvolvimento econômico e cultural muito grande e que a centralidade no Sudeste e Sul deste país não nos deve colocarmos como uma região inferior constituídas (acreditam) de seres inferiores. 
O preconceito difundido pela mídia e incorporado por grande parte da população de outras regiões coloca-nos diante de uma posição que precisa ser discutida, esclarecida e debatida. Não é somente no Nordeste que existe miséria, pobreza, desemprego, violência, falta de infraestrutura. NAÕ É. As contradições do sistema em que vivemos permeia todo o território nacional. Esse território desigual que é controlado por grupos políticos, econômicos que controlam nossas vidas e nossa história.
Há um orgulho entre a população de outras regiões deste país contra o Nordeste que só hoje consigo entender. Ariano Suassuna já alertava em sua frase :"é muito difícil você vencer a injustiça secular, que dilacera o Brasil em dois países distintos: o país dos privilegiados e o país dos despossuídos”. Bem, somos o país dos despossuídos que devemos lutar contra a opressão que direciona-se ao nosso povo e a nossa região. 
Infelizmente temos muito preconceito sobre nós. Contudo, não podemos baixar nossa cabeça frente a esse desrespeito secular ao povo Nordestino. Para minha tristeza tenho sentido na pele a força da minha identidade Nordestina. A força da não aceitação, da recusa, da aversão. Há uma desconsideração enorme ao nosso povo. As falas carregadas de preconceito só me fortalecem para mostrar que o Nordeste é muito mais do que a mídia passa ou do que imaginam sem nunca ter ido lá. Como posso me calar? Não, eu não me calo, eu falo. Eu enfrento, eu derrubo, eu abuso. Pois, além de NORDESTINA, sou Brasileira. Faço parte desta nação que é constituída de CINCO REGIÕES. Se fossem duas eu entenderia, mais são CINCO. Destas, faço parte de uma cuja brasilidade é extrema. Temos uma diversidade de povos, de culturas. Somos, assim como vocês, parte deste território brasileiro. Somos um povo que levamos esse preconceito durante anos mais que não nos calamos mais. ENFRENTAMOS. E nesse enfrentamento, eu me orgulho em dizer que todos nós : nortistas, sulistas, centro-oestistas, sudestinos e nordestinos construímos e vivemos em um país multicultural cujo preconceito vai sendo derrubado aos poucos quando enfrentamos a mediocridade da mente humana. O respeito, a simplicidade, a humildade é encontrada em poucos. Por este motivo eu me orgulho em ser NORDESTINA. Essa expressão não me faz segregar os outros povos de regiões diferentes, pelo contrário ela surge como reação a mensagens discriminatórias e xenófobas que são constatemente direcionadas a nós por pessoas que não compreendem a regionalização do Brasil. Os discursos discriminatórios que nos fazem sentir vergonha de nos afirmarmos nordestinos, quer nos impor a ideia de que somos diferentes dos brasileiros, como diz Osvaldo Castro. Essa ilação mesmo que destituída de uma análise profunda me faz perceber que, antes de tudo, a arrogância e o sentido de superioridade de alguns de outras regiões do país, deve nos fortalecer para ir contra esse poder de distinção colocado sobre nós, que devemos nos orgulhar e buscar compreender cada dia mais a riqueza do nosso território Nordestino. Desta forma, eu falo contra toda opressão e xenofobia que me ORGULHO EM SER NORDESTINA .
 Raqueline da S. Santos 18/08/2014. Blumenau - SC, 10:29

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

VENEZA EXPLICADA!

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Enviada por Amir Limana.

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